Como 998 registros ainda terminam em baixa confiança sobre psicoterapia · Matéria

O funil da revisão separa registros preservados, textos completos recuperados e artigos criticados; essa diferença explica por que quantidade inicial não vira conclusão forte sobre eficácia.

Uma revisão pode começar com centenas de registros e ainda terminar com uma conclusão cautelosa. Isso parece contraditório só quando se confunde volume de busca com força da evidência. No recorte atual sobre psicoterapia, a distância entre os 998 registros brutos preservados e os sinais públicos que realmente pesam na conclusão é o centro da história. O texto se apoia na revisão ScienceLayers sobre a eficácia da psicoterapia, ainda em versão provisória. Ele organiza um recorte de registros, textos completos recuperados e artigos avaliados em profundidade, separando busca, deduplicação, triagem, recuperação de texto completo, extração, avaliação de qualidade e crítica metodológica. As contagens ajudam a entender o método, mas não transformam automaticamente o corpus atual em resposta final sobre psicoterapia. O funil muda a leitura O ponto de partida preservado foi de 998 registros brutos. Depois da deduplicação, ficaram 980 registros canônicos. A triagem encaminhou 220 registros para texto completo, mas só 18 textos completos locais foram recuperados até este recorte. A camada pública trabalha com 17 artigos que passaram por crítica metodológica aprofundada e segunda leitura. Essas etapas não são detalhe técnico. Elas impedem que uma busca ampla seja vendida como avaliação completa. Um registro encontrado em base científica não é, por si só, um estudo lido, extraído e ponderado. Um texto completo pendente também não pode ser tratado como evidência favorável ou desfavorável. Entre os 17 artigos públicos, 9 entram no corpus principal e 8 ficam como contexto. Mesmo entre os 9 principais, há estudos empíricos, protocolos e estudos metodológicos. Essa mistura precisa ser separada para não somar coisas diferentes como se tivessem o mesmo peso. Por que a confiança caiu A conc…