Cognições Sexuais Implícitas em Mulheres com Atrações Sexuais Ambifílicas: Uma Comparação com Mulheres Andrófílas e Ginéfilas. · Artigo de referência
Título original: Implicit Sexual Cognitions in Women with Ambiphilic Sexual Attractions: A Comparison to Androphilic and Gynephilic Women. Que medidas implícitas e explícitas podem divergir e que atração, identidade e r…
Em humanos, que evidências empíricas existem sobre fatores biológicos, desenvolvimentais, sociais e culturais associados ao desenvolvimento da orientação sexual, e o que essas evidências indicam sobre estabilidade, fluidez e voluntariedade percebida, distinguindo atração, identidade e comportamento sexual?
No corpus utilizável atual, a literatura não sustenta tratar a orientação sexual como escolha voluntária simples nem como traço de origem única. A leitura mais defensável é a de um desenvolvimento humano complexo: a atração tende a aparecer cedo e a ser mais estável do que os rótulos de identidade, enquanto mudanças de identidade e disclosure aparecem em parte das amostras sem demonstrar escolha direta da atração. Ainda assim, essa inferência sobre voluntariedade permanece indireta, e a publicação pública 1.0 segue bloqueada.
Força da evidência: moderado para a parte direta; baixo para inferência sobre voluntariedade; baixo a moderado para mecanismo causal único
Título original: Implicit Sexual Cognitions in Women with Ambiphilic Sexual Attractions: A Comparison to Androphilic and Gynephilic Women.
O que este artigo pode sustentar: Que medidas implícitas e explícitas podem divergir e que atração, identidade e respostas automáticas não são intercambiáveis
O que este artigo não pode sustentar: Não sustenta desenvolvimento, estabilidade, voluntariedade nem uma "verdadeira" orientação revelada por IAT ou priming
Alerta metodológico: Contexto útil para mensuração, mas a amostra é de conveniência e a interpretação de IAT/priming como atração exige cautela