Androfilia masculina, ordem de nascimento fraternal e fecundidade feminina em Samoa: Uma retrospectiva de 10 anos. · Artigo de referência

Título original: Male androphilia, fraternal birth order, and female fecundity in Samoa: A 10-y retrospective. Associação entre irmãos mais velhos e androfilia masculina e enfraquecimento da leitura de fecundidade mater…

Em humanos, que evidências empíricas existem sobre fatores biológicos, desenvolvimentais, sociais e culturais associados ao desenvolvimento da orientação sexual, e o que essas evidências indicam sobre estabilidade, fluidez e voluntariedade percebida, distinguindo atração, identidade e comportamento sexual?

No corpus utilizável atual, e ainda com síntese bloqueada para a versão 1.0, a literatura não sustenta a ideia de escolha voluntária simples; essa inferência sobre voluntariedade é indireta e deve ser lida com as limitações publicadas.

Força da evidência: moderada para a coexistência de estabilidade e mudança e para a distinção entre atração, identidade e comportamento; moderada para a associação de ordem fraterna em homens androfílicos, com baixa confiança no mecanismo; preliminar, com confiança baixa, para as associações genéticas, familiares e pré-natais; indícios p…

Estado público: briefing bloqueado

Título editorial em português: Androfilia masculina, ordem de nascimento fraternal e fecundidade feminina em Samoa: Uma retrospectiva de 10 anos.

Título original: Male androphilia, fraternal birth order, and female fecundity in Samoa: A 10-y retrospective.

O que este artigo pode sustentar: Associação entre irmãos mais velhos e androfilia masculina e enfraquecimento da leitura de fecundidade materna geral como explicação do efeito

O que este artigo não pode sustentar: Não prova mecanismo imune materno, não resolve hipóteses evolutivas e não garante generalização direta de fa'afafine para todos os contextos

Alerta metodológico: Estudo importante fora do eixo euro-americano, mas com amostragem em rede retrospectiva; sustenta associação biodemográfica, não causalidade