Em Defesa da Razão 2D:4D: Mais Dados Explorando seus Resultados Conflitantes sobre Lateralidade Manual, Orientação Sexual e Diferenças entre os Sexos. · Artigo de referência
Título original: In support of 2D:4D: More data exploring its conflicting results on handedness, sexual orientation and sex differences. Que, nesta amostra, houve sinal pequeno e masculino-específico entre 2D:4D e orien…
Em humanos, que evidências empíricas existem sobre fatores biológicos, desenvolvimentais, sociais e culturais associados ao desenvolvimento da orientação sexual, e o que essas evidências indicam sobre estabilidade, fluidez e voluntariedade percebida, distinguindo atração, identidade e comportamento sexual?
No corpus utilizável atual, e ainda com síntese bloqueada para a versão 1.0, a literatura não sustenta a ideia de escolha voluntária simples; essa inferência sobre voluntariedade é indireta e deve ser lida com as limitações publicadas.
Força da evidência: moderada para a coexistência de estabilidade e mudança e para a distinção entre atração, identidade e comportamento; moderada para a associação de ordem fraterna em homens androfílicos, com baixa confiança no mecanismo; preliminar, com confiança baixa, para as associações genéticas, familiares e pré-natais; indícios p…
Estado público: briefing bloqueado
Título editorial em português: Em Defesa da Razão 2D:4D: Mais Dados Explorando seus Resultados Conflitantes sobre Lateralidade Manual, Orientação Sexual e Diferenças entre os Sexos.
Título original: In support of 2D:4D: More data exploring its conflicting results on handedness, sexual orientation and sex differences.
O que este artigo pode sustentar: Que, nesta amostra, houve sinal pequeno e masculino-específico entre 2D:4D e orientação sexual, sem replicação em mulheres
O que este artigo não pode sustentar: Não sustenta medida direta de hormônios fetais, causalidade, efeito robusto em mulheres nem origem da orientação
Alerta metodológico: Útil só como evidência indireta e fraca: o proxy é controverso, o efeito é pequeno e a leitura pública não deve tratá-lo como teste biológico da orientação