Sobre a Matemática do Efeito da Ordem de Nascimento Fraterna e a Genética da Homossexualidade. · Artigo de referência

Título original: On the Mathematics of the Fraternal Birth Order Effect and the Genetics of Homosexuality. Pode sustentar apenas a necessidade de controlar tamanho da família ou posição de nascimento ao testar FBOE/AE

Em humanos, que evidências empíricas existem sobre fatores biológicos, desenvolvimentais, sociais e culturais associados ao desenvolvimento da orientação sexual, e o que essas evidências indicam sobre estabilidade, fluidez e voluntariedade percebida, distinguindo atração, identidade e comportamento sexual?

No corpus utilizável atual, a literatura não sustenta tratar a orientação sexual como escolha voluntária simples nem como traço de origem única. A leitura mais defensável é a de um desenvolvimento humano complexo: a atração tende a aparecer cedo e a ser mais estável do que os rótulos de identidade, enquanto mudanças de identidade e disclosure aparecem em parte das amostras sem demonstrar escolha direta da atração. Ainda assim, essa inferência sobre voluntariedade permanece indireta, e a publicação pública 1.0 segue bloqueada.

Força da evidência: moderado para a parte direta; baixo para inferência sobre voluntariedade; baixo a moderado para mecanismo causal único

Título original: On the Mathematics of the Fraternal Birth Order Effect and the Genetics of Homosexuality.

O que este artigo pode sustentar: Pode sustentar apenas a necessidade de controlar tamanho da família ou posição de nascimento ao testar FBOE/AE

O que este artigo não pode sustentar: Não sustenta genética da homossexualidade, não estima efeito real, não substitui dados humanos e não responde ao desenvolvimento ao longo da vida

Alerta metodológico: Texto conceitual útil para evitar confusão estatística, mas altamente simplificado e com versão local preservada em preprint