ORDEM DE NASCIMENTO E TRANSEXUALIDADE ANDRÓFILA DE HOMEM PARA MULHER NO BRASIL. · Artigo de referência

Título original: BIRTH ORDER AND ANDROPHILIC MALE-TO-FEMALE TRANSSEXUALISM IN BRAZIL. Pode sustentar associação entre mais irmãos maternos mais velhos e o grupo de mulheres trans androfílicas nesta amostra clínica brasi…

Em humanos, que evidências empíricas existem sobre fatores biológicos, desenvolvimentais, sociais e culturais associados ao desenvolvimento da orientação sexual, e o que essas evidências indicam sobre estabilidade, fluidez e voluntariedade percebida, distinguindo atração, identidade e comportamento sexual?

No corpus utilizável atual, a literatura não sustenta tratar a orientação sexual como escolha voluntária simples nem como traço de origem única. A leitura mais defensável é a de um desenvolvimento humano complexo: a atração tende a aparecer cedo e a ser mais estável do que os rótulos de identidade, enquanto mudanças de identidade e disclosure aparecem em parte das amostras sem demonstrar escolha direta da atração. Ainda assim, essa inferência sobre voluntariedade permanece indireta, e a publicação pública 1.0 segue bloqueada.

Força da evidência: moderado para a parte direta; baixo para inferência sobre voluntariedade; baixo a moderado para mecanismo causal único

Título original: BIRTH ORDER AND ANDROPHILIC MALE-TO-FEMALE TRANSSEXUALISM IN BRAZIL.

O que este artigo pode sustentar: Pode sustentar associação entre mais irmãos maternos mais velhos e o grupo de mulheres trans androfílicas nesta amostra clínica brasileira

O que este artigo não pode sustentar: Não sustenta generalização para homens gays cis, não prova hipótese imune materna e não separa bem orientação de identidade de gênero

Alerta metodológico: Estudo relevante para ordem de nascimento fora do eixo euro-americano, mas clínico e conceitualmente misto; sustenta associação, não mecanismo