Inteligência Artificial como Terapeuta, Companheiro e Parceiro Romântico: Papéis Emergentes, Benefícios e Riscos para a Saúde Mental na Medicina Participativa (Preprint) · Registro contextual não validado
Título original: Artificial Intelligence as Therapist, Companion, and Romantic Partner: Emerging Roles, Benefits, and Risks for Mental Health in Participatory Medicine. Mapeamento conceitual de três papéis relacionais d…
Como a literatura científica descreve e avalia o uso de sistemas conversacionais de IA generativa, especialmente modelos grandes de linguagem e chatbots baseados em LLMs, em funções de psicoterapia, aconselhamento, psicoeducação, autocuidado em saúde mental ou suporte emocional, e que evidências existem sobre contextos de uso, aceitabilidade, efeitos relatados, segurança, manejo de crise, limitações e salvaguardas?
A literatura disponível descreve usos delimitados de chatbots e IA generativa em saúde mental. No corpus público atual, há sinal baixo a moderado de aceitabilidade e de apoio pontual em contextos de baixo risco, sobretudo quando a tarefa é estruturada e a supervisão humana permanece. Isso não demonstra que esses sistemas “façam terapia” no sentido clínico, nem que sejam seguros em crise ou capazes de substituir psicoterapia humana
Força da evidência: baixa a moderada para apoio pontual, aceitabilidade e usos estruturados ou supervisionados de baixo risco; baixa para benefício clínico sustentado; insuficiente/não demonstrada para segurança em crise e para substituição de psicoterapia humana
Estado público: briefing público pos AR0438 v1
Limitações e transparência metodológica: Esta versão pública continua sendo uma camada conservadora de uma revisão viva. A avaliação de qualidade segue preliminarprogramatica; 229 solicitações humanas permanecem pendentes; 125 registros fulltextexcluded e 16 pendentes já extraídos não entram na sustentação pública; 141 extrações avaliadas ficam fora da sustentação central; permanece uma diferença operacional de 200 registros entre triagem e manifest; a triagem foi conduzida por agentes A/B/árbitro, não por dois revisores humanos independentes; 5 cenários de sensibilidade ainda dependem de julgamento narrativo por falta de colunas estruturadas; 2 registros naoavaliavel recém-recuperados seguem com evidencetype=incerto fora do corpus público aguardando renormalização; e a cobertura de b…
Título editorial em português: Inteligência Artificial como Terapeuta, Companheiro e Parceiro Romântico: Papéis Emergentes, Benefícios e Riscos para a Saúde Mental na Medicina Participativa (Preprint)
Título original: Artificial Intelligence as Therapist, Companion, and Romantic Partner: Emerging Roles, Benefits, and Risks for Mental Health in Participatory Medicine
O que este artigo pode sustentar: Mapeamento conceitual de três papéis relacionais de IA generativa e dos mecanismos transversais citados (desinibição online, autorrevelação facilitada, sicofania, alucinação) como eles aparecem descritos na literatura de terceiros resumida pelo autor; serve apenas como lente interpretativa e lista de pontos de atenção…
O que este artigo não pode sustentar: Eficácia terapêutica, segurança clínica, prevalência real de uso ou benefício causal, pois o texto não é estudo primário, não declara busca sistemática nem protocolo de seleção da literatura citada; qualquer achado citado (como o ECR do Woebot ou a metanálise de chatbots) deve ser atribuído ao estudo original, não a e…
Alerta metodológico: Texto de opinião (Viewpoint) que organiza, sem dados próprios, os papéis de chatbots como terapeuta, companhia e parceiro romântico e os riscos comuns a eles. O autor é cofundador da entidade responsável pelo periódico e o editor do artigo ocupa cargo na mesma entidade, o que pede cautela editorial. Partes do texto fo…