Redefinindo a Comunicação na Saúde Mental: IA Generativa para Equidade Neurodivergente e Inclusão de Autistas Não Verbais · Artigo de referência
Título original: Redefining communication in mental healthcare: generative AI for neurodivergent equity and non-verbal autistic inclusion. Pode sustentar cautela ética, co-design neurodivergente, consentimento dinâmico…
Como a literatura científica descreve e avalia o uso de sistemas conversacionais de IA generativa, especialmente modelos grandes de linguagem e chatbots baseados em LLMs, em funções de psicoterapia, aconselhamento, psicoeducação, autocuidado em saúde mental ou suporte emocional, e que evidências existem sobre contextos de uso, aceitabilidade, efeitos relatados, segurança, manejo de crise, limitações e salvaguardas?
A literatura disponível descreve usos delimitados de chatbots e IA generativa em saúde mental. No corpus público atual, há sinal baixo a moderado de aceitabilidade e de apoio pontual em contextos de baixo risco, sobretudo quando a tarefa é estruturada e a supervisão humana permanece. Isso não demonstra que esses sistemas “façam terapia” no sentido clínico, nem que sejam seguros em crise ou capazes de substituir psicoterapia humana.
Força da evidência: baixa a moderada para apoio pontual, aceitabilidade e usos estruturados ou supervisionados de baixo risco; baixa para benefício clínico sustentado; insuficiente/não demonstrada para segurança em crise e para substituição de psicoterapia humana
Título original: Redefining communication in mental healthcare: generative AI for neurodivergent equity and non-verbal autistic inclusion
O que este artigo pode sustentar: Pode sustentar cautela ética, co-design neurodivergente, consentimento dinâmico e a ideia de IA como apoio interpretativo, não substituta do cuidado humano
O que este artigo não pode sustentar: Não pode sustentar eficácia terapêutica, segurança clínica observada, aceitabilidade em uso real ou benefício para pessoas autistas não verbais
Alerta metodológico: Contexto valioso sobre justiça comunicativa e riscos de vigilância, mas sem experimento próprio; serve como enquadramento ético, não como prova clínica