Explorando o Uso do ChatGPT-4o na Terapia Cognitivo-Comportamental para Estudantes Universitários: Potencializando a Saúde Mental com Interação por Voz Impulsionada por IA · Artigo de referência
Título original: Exploring the use of ChatGPT-4o in Cognitive Behavioural Therapy for university students: enhancing mental health with AI-powered voice interaction. Pode sustentar aceitabilidade inicial do uso por voz,…
Como a literatura científica descreve e avalia o uso de sistemas conversacionais de IA generativa, especialmente modelos grandes de linguagem e chatbots baseados em LLMs, em funções de psicoterapia, aconselhamento, psicoeducação, autocuidado em saúde mental ou suporte emocional, e que evidências existem sobre contextos de uso, aceitabilidade, efeitos relatados, segurança, manejo de crise, limitações e salvaguardas?
A literatura disponível descreve usos delimitados de chatbots e IA generativa em saúde mental. No corpus público atual, há sinal baixo a moderado de aceitabilidade e de apoio pontual em contextos de baixo risco, sobretudo quando a tarefa é estruturada e a supervisão humana permanece. Isso não demonstra que esses sistemas “façam terapia” no sentido clínico, nem que sejam seguros em crise ou capazes de substituir psicoterapia humana.
Força da evidência: baixa a moderada para apoio pontual, aceitabilidade e usos estruturados ou supervisionados de baixo risco; baixa para benefício clínico sustentado; insuficiente/não demonstrada para segurança em crise e para substituição de psicoterapia humana
Título original: Exploring the use of ChatGPT-4o in Cognitive Behavioural Therapy for university students: enhancing mental health with AI-powered voice interaction
O que este artigo pode sustentar: Pode sustentar aceitabilidade inicial do uso por voz, utilidade percebida e limites relacionais de um LLM estruturado por TCC
O que este artigo não pode sustentar: Não pode sustentar eficácia clínica, segurança em usuários com risco, substituição de terapeuta humano ou efeito duradouro
Alerta metodológico: Participantes relataram acolhimento e praticidade, mas também superficialidade relacional e falta de profundidade emocional