Uso autônomo de chatbot de inteligência artificial generativa para terapia em saúde mental e desfechos associados entre estudantes universitários na Tanzânia. · Artigo de referência

Título original: Self-directed use of a generative artificial intelligence chatbot for mental health therapy and associated outcomes among university students in Tanzania. Pode sustentar alta adoção, benefícios percebid…

Como a literatura científica descreve e avalia o uso de sistemas conversacionais de IA generativa, especialmente modelos grandes de linguagem e chatbots baseados em LLMs, em funções de psicoterapia, aconselhamento, psicoeducação, autocuidado em saúde mental ou suporte emocional, e que evidências existem sobre contextos de uso, aceitabilidade, efeitos relatados, segurança, manejo de crise, limitações e salvaguardas?

A literatura disponível descreve usos delimitados de chatbots e IA generativa em saúde mental. No corpus público atual, há sinal baixo a moderado de aceitabilidade e de apoio pontual em contextos de baixo risco, sobretudo quando a tarefa é estruturada e a supervisão humana permanece. Isso não demonstra que esses sistemas “façam terapia” no sentido clínico, nem que sejam seguros em crise ou capazes de substituir psicoterapia humana.

Força da evidência: baixa a moderada para apoio pontual, aceitabilidade e usos estruturados ou supervisionados de baixo risco; baixa para benefício clínico sustentado; insuficiente/não demonstrada para segurança em crise e para substituição de psicoterapia humana

Título original: Self-directed use of a generative artificial intelligence chatbot for mental health therapy and associated outcomes among university students in Tanzania

O que este artigo pode sustentar: Pode sustentar alta adoção, benefícios percebidos e barreiras de acesso, custo, privacidade e usabilidade em contexto universitário

O que este artigo não pode sustentar: Não pode sustentar redução causal de ansiedade ou depressão, eficácia terapêutica, segurança ou comparação com cuidado humano

Alerta metodológico: Mostra adoção muito alta e melhora percebida, mas o desenho transversal não demonstra terapia efetiva