Uma taxonomia de riscos e ferramenta de reflexão para a adoção de modelos de linguagem de grande porte na saúde pública · Registro contextual

Título original: A Risk Taxonomy and Reflection Tool for Large Language Model Adoption in Public Health. Apoia uma taxonomia qualitativa de riscos e perguntas de reflexão para governança e salvaguardas contextualizadas

Como a literatura científica descreve e avalia o uso de sistemas conversacionais de IA generativa, especialmente modelos grandes de linguagem e chatbots baseados em LLMs, em funções de psicoterapia, aconselhamento, psicoeducação, autocuidado em saúde mental ou suporte emocional, e que evidências existem sobre contextos de uso, aceitabilidade, efeitos relatados, segurança, manejo de crise, limitações e salvaguardas?

A literatura disponível descreve usos delimitados de chatbots e IA generativa em saúde mental. No corpus público atual, há sinal baixo a moderado de aceitabilidade e de apoio pontual em contextos de baixo risco, sobretudo quando a tarefa é estruturada e a supervisão humana permanece. Isso não demonstra que esses sistemas “façam terapia” no sentido clínico, nem que sejam seguros em crise ou capazes de substituir psicoterapia humana

Força da evidência: baixa a moderada para apoio pontual, aceitabilidade e usos estruturados ou supervisionados de baixo risco; baixa para benefício clínico sustentado; insuficiente/não demonstrada para segurança em crise e para substituição de psicoterapia humana

Estado público: briefing público pos AR0438 v1

Título editorial em português: Uma taxonomia de riscos e ferramenta de reflexão para a adoção de modelos de linguagem de grande porte na saúde pública

Título original: A Risk Taxonomy and Reflection Tool for Large Language Model Adoption in Public Health.

O que este artigo pode sustentar: Apoia uma taxonomia qualitativa de riscos e perguntas de reflexão para governança e salvaguardas contextualizadas

O que este artigo não pode sustentar: Não estima frequência de dano, não testa segurança, desempenho ou eficácia de chatbots terapêuticos e não generaliza para todos os contextos

Alerta metodológico: As preocupações relatadas orientam cautela e desenho participativo, mas não demonstram que um chatbot cause dano clínico