IA Conversacional ou Profissional Humano para Aconselhamento em Saúde Mental? Explorando Prevalência e Preferências Públicas em Adultos Australianos. · Artigo de referência
Título original: Conversational AI or a human professional for mental health advice? Exploring prevalence and public preferences in Australian adults. Pode sustentar prevalência de uso informal, perfil de usuários mais…
Como a literatura científica descreve e avalia o uso de sistemas conversacionais de IA generativa, especialmente modelos grandes de linguagem e chatbots baseados em LLMs, em funções de psicoterapia, aconselhamento, psicoeducação, autocuidado em saúde mental ou suporte emocional, e que evidências existem sobre contextos de uso, aceitabilidade, efeitos relatados, segurança, manejo de crise, limitações e salvaguardas?
A literatura disponível descreve usos delimitados de chatbots e IA generativa em saúde mental. No corpus público atual, há sinal baixo a moderado de aceitabilidade e de apoio pontual em contextos de baixo risco, sobretudo quando a tarefa é estruturada e a supervisão humana permanece. Isso não demonstra que esses sistemas “façam terapia” no sentido clínico, nem que sejam seguros em crise ou capazes de substituir psicoterapia humana.
Força da evidência: baixa a moderada para apoio pontual, aceitabilidade e usos estruturados ou supervisionados de baixo risco; baixa para benefício clínico sustentado; insuficiente/não demonstrada para segurança em crise e para substituição de psicoterapia humana
Título original: Conversational AI or a human professional for mental health advice? Exploring prevalence and public preferences in Australian adults.
O que este artigo pode sustentar: Pode sustentar prevalência de uso informal, perfil de usuários mais angustiados e preferência majoritária por modelo híbrido
O que este artigo não pode sustentar: Não pode sustentar eficácia clínica, segurança, causalidade entre sofrimento e uso nem comparação de desempenho terapêutico
Alerta metodológico: Mostra adesão real à IA por acesso e custo, mas usuários ainda preferem humanos em confiança, competência e satisfação