Busca por ajuda na era da IA: inquérito transversal sobre uso e percepções do suporte em saúde mental baseado em IA entre adultos norte-americanos. · Artigo de referência
Título original: Help-Seeking in the Age of AI: Cross-Sectional Survey of the Use and Perceptions of AI-Based Mental Health Support Among US Adults. Pode sustentar adoção relevante, maior uso entre pessoas com sintomas…
Como a literatura científica descreve e avalia o uso de sistemas conversacionais de IA generativa, especialmente modelos grandes de linguagem e chatbots baseados em LLMs, em funções de psicoterapia, aconselhamento, psicoeducação, autocuidado em saúde mental ou suporte emocional, e que evidências existem sobre contextos de uso, aceitabilidade, efeitos relatados, segurança, manejo de crise, limitações e salvaguardas?
A literatura disponível descreve usos delimitados de chatbots e IA generativa em saúde mental. No corpus público atual, há sinal baixo a moderado de aceitabilidade e de apoio pontual em contextos de baixo risco, sobretudo quando a tarefa é estruturada e a supervisão humana permanece. Isso não demonstra que esses sistemas “façam terapia” no sentido clínico, nem que sejam seguros em crise ou capazes de substituir psicoterapia humana.
Força da evidência: baixa a moderada para apoio pontual, aceitabilidade e usos estruturados ou supervisionados de baixo risco; baixa para benefício clínico sustentado; insuficiente/não demonstrada para segurança em crise e para substituição de psicoterapia humana
Título original: Help-Seeking in the Age of AI: Cross-Sectional Survey of the Use and Perceptions of AI-Based Mental Health Support Among US Adults.
O que este artigo pode sustentar: Pode sustentar adoção relevante, maior uso entre pessoas com sintomas e ideação suicida, e percepção de comparação parcial com profissionais humanos
O que este artigo não pode sustentar: Não pode sustentar substituição causal de terapia, eficácia clínica, melhora de sintomas ou segurança em crise
Alerta metodológico: Mostra que muita gente já usa IA para apoio mental, mas mede uso e percepção autorrelatada, não resultado terapêutico