Distância de poder e segurança psicológica no aconselhamento por LLM: efeitos sobre a autoeficácia com implicações para mudança de comportamento em saúde mental. · Artigo de referência
Título original: Power Distance and Psychological Safety in LLM Counseling: Effects on Self-Efficacy with Implications for Mental Health-Relevant Behavior Change. Pode sustentar que linguagem menos hierárquica e mais ps…
Como a literatura científica descreve e avalia o uso de sistemas conversacionais de IA generativa, especialmente modelos grandes de linguagem e chatbots baseados em LLMs, em funções de psicoterapia, aconselhamento, psicoeducação, autocuidado em saúde mental ou suporte emocional, e que evidências existem sobre contextos de uso, aceitabilidade, efeitos relatados, segurança, manejo de crise, limitações e salvaguardas?
A literatura disponível descreve usos delimitados de chatbots e IA generativa em saúde mental. No corpus público atual, há sinal baixo a moderado de aceitabilidade e de apoio pontual em contextos de baixo risco, sobretudo quando a tarefa é estruturada e a supervisão humana permanece. Isso não demonstra que esses sistemas “façam terapia” no sentido clínico, nem que sejam seguros em crise ou capazes de substituir psicoterapia humana.
Força da evidência: baixa a moderada para apoio pontual, aceitabilidade e usos estruturados ou supervisionados de baixo risco; baixa para benefício clínico sustentado; insuficiente/não demonstrada para segurança em crise e para substituição de psicoterapia humana
Título original: Power Distance and Psychological Safety in LLM Counseling: Effects on Self-Efficacy with Implications for Mental Health-Relevant Behavior Change.
O que este artigo pode sustentar: Pode sustentar que linguagem menos hierárquica e mais psicologicamente segura altera autoeficácia percebida em cenário único de aconselhamento ocupacional
O que este artigo não pode sustentar: Não pode sustentar melhora de saúde mental, eficácia terapêutica, segurança clínica, aliança real ou efeito em uso continuado
Alerta metodológico: Mostra que o jeito de responder importa para a sensação de agência, mas o teste foi de turno único e fora do contexto clínico