Uso de aplicações de inteligência artificial generativa entre jovens dos Estados Unidos. · Registro contextual
Título original: Generative Artificial Intelligence Applications Use Among US Youth. Indício descritivo de que o uso de GenAI ocorre entre jovens da amostra e varia por idade e intensidade
Como a literatura científica descreve e avalia o uso de sistemas conversacionais de IA generativa, especialmente modelos grandes de linguagem e chatbots baseados em LLMs, em funções de psicoterapia, aconselhamento, psicoeducação, autocuidado em saúde mental ou suporte emocional, e que evidências existem sobre contextos de uso, aceitabilidade, efeitos relatados, segurança, manejo de crise, limitações e salvaguardas?
A literatura disponível descreve usos delimitados de chatbots e IA generativa em saúde mental. No corpus público atual, há sinal baixo a moderado de aceitabilidade e de apoio pontual em contextos de baixo risco, sobretudo quando a tarefa é estruturada e a supervisão humana permanece. Isso não demonstra que esses sistemas “façam terapia” no sentido clínico, nem que sejam seguros em crise ou capazes de substituir psicoterapia humana
Força da evidência: baixa a moderada para apoio pontual, aceitabilidade e usos estruturados ou supervisionados de baixo risco; baixa para benefício clínico sustentado; insuficiente/não demonstrada para segurança em crise e para substituição de psicoterapia humana
Estado público: briefing público pos AR0438 v1
Título editorial em português: Uso de aplicações de inteligência artificial generativa entre jovens dos Estados Unidos.
Título original: Generative Artificial Intelligence Applications Use Among US Youth.
O que este artigo pode sustentar: Indício descritivo de que o uso de GenAI ocorre entre jovens da amostra e varia por idade e intensidade
O que este artigo não pode sustentar: Não identifica finalidade das conversas nem demonstra apoio emocional, dano, dependência, segurança ou efeito em saúde mental
Alerta metodológico: É um retrato de exposição, não um estudo de terapia: não sabemos o que os jovens conversaram nem como isso os afetou