Potencial do ChatGPT na triagem de emergências de saúde mental de jovens: análise comparativa com clínicos. · Artigo de referência

Título original: Potential of ChatGPT in youth mental health emergency triage: Comparative analysis with clinicians. Indício indireto de concordância, em 22 vinhetas controladas, entre respostas de modelos e decisões cl…

Como a literatura científica descreve e avalia o uso de sistemas conversacionais de IA generativa, especialmente modelos grandes de linguagem e chatbots baseados em LLMs, em funções de psicoterapia, aconselhamento, psicoeducação, autocuidado em saúde mental ou suporte emocional, e que evidências existem sobre contextos de uso, aceitabilidade, efeitos relatados, segurança, manejo de crise, limitações e salvaguardas?

A literatura disponível descreve usos delimitados de chatbots e IA generativa em saúde mental. No corpus público atual, há sinal baixo a moderado de aceitabilidade e de apoio pontual em contextos de baixo risco, sobretudo quando a tarefa é estruturada e a supervisão humana permanece. Isso não demonstra que esses sistemas “façam terapia” no sentido clínico, nem que sejam seguros em crise ou capazes de substituir psicoterapia humana

Força da evidência: baixa a moderada para apoio pontual, aceitabilidade e usos estruturados ou supervisionados de baixo risco; baixa para benefício clínico sustentado; insuficiente/não demonstrada para segurança em crise e para substituição de psicoterapia humana

Estado público: briefing público pos AR0438 v1

Título editorial em português: Potencial do ChatGPT na triagem de emergências de saúde mental de jovens: análise comparativa com clínicos.

Título original: Potential of ChatGPT in youth mental health emergency triage: Comparative analysis with clinicians.

O que este artigo pode sustentar: Indício indireto de concordância, em 22 vinhetas controladas, entre respostas de modelos e decisões clínicas de admissão, risco e urgência

O que este artigo não pode sustentar: Não demonstra segurança em crise, capacidade de detectar risco real, eficácia terapêutica, desempenho em conversa ao vivo, benefício ao serviço ou substituição de profissionais

Alerta metodológico: Em crise, concordância em vinhetas e ausência de falso negativo no conjunto testado não bastam para autorizar uso autônomo ou afirmar segurança