Emprego de Modelos de Linguagem de Grande Escala para Detecção de Emoções em Transcrições de Psicoterapia. · Artigo de referência
Título original: Employing large language models for emotion detection in psychotherapy transcripts. Pode sustentar plausibilidade de uso adjunto para detectar emoções e estimar gravidade sintomática em transcrições de…
Como a literatura científica descreve e avalia o uso de sistemas conversacionais de IA generativa, especialmente modelos grandes de linguagem e chatbots baseados em LLMs, em funções de psicoterapia, aconselhamento, psicoeducação, autocuidado em saúde mental ou suporte emocional, e que evidências existem sobre contextos de uso, aceitabilidade, efeitos relatados, segurança, manejo de crise, limitações e salvaguardas?
A literatura disponível descreve usos delimitados de chatbots e IA generativa em saúde mental. No corpus público atual, há sinal baixo a moderado de aceitabilidade e de apoio pontual em contextos de baixo risco, sobretudo quando a tarefa é estruturada e a supervisão humana permanece. Isso não demonstra que esses sistemas “façam terapia” no sentido clínico, nem que sejam seguros em crise ou capazes de substituir psicoterapia humana.
Força da evidência: baixa a moderada para apoio pontual, aceitabilidade e usos estruturados ou supervisionados de baixo risco; baixa para benefício clínico sustentado; insuficiente/não demonstrada para segurança em crise e para substituição de psicoterapia humana
Título original: Employing large language models for emotion detection in psychotherapy transcripts.
O que este artigo pode sustentar: Pode sustentar plausibilidade de uso adjunto para detectar emoções e estimar gravidade sintomática em transcrições de psicoterapia
O que este artigo não pode sustentar: Não pode sustentar chatbot terapêutico, efeito em pacientes, aliança melhorada, segurança clínica ou substituição de terapeuta
Alerta metodológico: Em 553 sessões reais, o modelo teve desempenho moderado e previu melhor gravidade do que aliança, mas continua sendo análise técnica de texto, não intervenção terapêutica