Uso amplo do ChatGPT e de outras ferramentas de inteligência artificial entre estudantes de medicina em Uganda: estudo transversal. · Artigo de referência

Título original: Widespread use of ChatGPT and other Artificial Intelligence tools among medical students in Uganda: A cross-sectional study. Pode sustentar que parte dos estudantes já recorre informalmente à IA generat…

Como a literatura científica descreve e avalia o uso de sistemas conversacionais de IA generativa, especialmente modelos grandes de linguagem e chatbots baseados em LLMs, em funções de psicoterapia, aconselhamento, psicoeducação, autocuidado em saúde mental ou suporte emocional, e que evidências existem sobre contextos de uso, aceitabilidade, efeitos relatados, segurança, manejo de crise, limitações e salvaguardas?

A literatura disponível descreve usos delimitados de chatbots e IA generativa em saúde mental. No corpus público atual, há sinal baixo a moderado de aceitabilidade e de apoio pontual em contextos de baixo risco, sobretudo quando a tarefa é estruturada e a supervisão humana permanece. Isso não demonstra que esses sistemas “façam terapia” no sentido clínico, nem que sejam seguros em crise ou capazes de substituir psicoterapia humana.

Força da evidência: baixa a moderada para apoio pontual, aceitabilidade e usos estruturados ou supervisionados de baixo risco; baixa para benefício clínico sustentado; insuficiente/não demonstrada para segurança em crise e para substituição de psicoterapia humana

Título original: Widespread use of ChatGPT and other Artificial Intelligence tools among medical students in Uganda: A cross-sectional study.

O que este artigo pode sustentar: Pode sustentar que parte dos estudantes já recorre informalmente à IA generativa para apoio emocional e aconselhamento fora do uso acadêmico

O que este artigo não pode sustentar: Não pode sustentar benefício em saúde mental, eficácia terapêutica, segurança, qualidade do aconselhamento ou causalidade entre uso e bem-estar

Alerta metodológico: Mostra uso espontâneo e incidental para apoio emocional, mas o estudo é educacional, autorrelatado e sem desfechos mentais