Contribuição Relativa da Ressonância Magnética, Registros por Microeletrodo e Estimulação-Teste em Vigília no Posicionamento Final do Eletrodo durante Cirurgia de Estimulação Cerebral Profunda do Núcleo Subtalâmico na Doença de Parkinson. · Artigo de referência
Título original: Relative Contribution of Magnetic Resonance Imaging, Microelectrode Recordings, and Awake Test Stimulation in Final Lead Placement during Deep Brain Stimulation Surgery of the Subthalamic Nucleus in Par…
Em pessoas com doença de Parkinson submetidas a estimulação cerebral profunda do núcleo subtalâmico, o uso de registro por microeletrodo (MER), isolado ou em configurações múltiplas, comparado a MER único/menos extenso, ausência de MER ou abordagens frameless/asleep/guiadas por imagem com iMRI, iCT ou verificação pós-operatória confiável, está associado a diferenças em acurácia estereotáxica, posição final do eletrodo, necessidade de reposicionamento, complicações e desfechos clínicos?
No material científico auditado até 26 de maio de 2026, a resposta sobre a superioridade de múltiplos registros por microeletrodo (mMER) em relação ao registro único (sMER), ou sobre a dispensa segura do MER em favor de cirurgias exclusivamente guiadas por imagem, permanece inconclusiva. A evidência mostra que a imagem de alto campo (3T, 7T, SWI) em centros de alta experiência otimiza a visualização do núcleo subtalâmico (STN) e reduz o número de trajetórias neurofisiológicas adicionais. Contudo, em coortes observacionais selecionadas, uma fração das trajetórias planejadas com navegação por imagem de alta definição (em torno de 14% em algumas séries) ainda resulta em ajustes intraoperatórios detectados pelo MER ou pela macroestimulação de teste — sendo a maioria desses ajustes guiada pelos limiares de efeitos colaterais da macroestimulação, e não pelo sinal isolado do MER. Adicionalmente, quando o MER é mantido sob protocolos rígidos, realizar a cirurgia sob anestesia geral (asleep DBS) ou acordado (awake DBS) resulta em desfechos motores e cognitivos comparáveis em 6 meses, sendo a via asleep associada a menor carga subjetiva perioperatória para o paciente
Força da evidência: insuficiente para sustentar qualquer recomendação clínica forte de superioridade, equivalência formal ou dispensa geral do mapeamento neurofisiológico; moderada para equivalência clínica de curto prazo entre anestesia acordada (awake) e sob anestesia geral (asleep) com MER preservado em ambos os braços; baixa a muito…
Estado público: briefing público provisório · v0.9 · publicação forte bloqueada
Título original: Relative Contribution of Magnetic Resonance Imaging, Microelectrode Recordings, and Awake Test Stimulation in Final Lead Placement during Deep Brain Stimulation Surgery of the Subthalamic Nucleus in Parkinson's Disease.
O que este artigo pode sustentar: Pode sustentar que, neste centro, o alvo por MRI sozinho frequentemente não bastou e que MER mais teste acordado redirecionaram a trilha final por sinal curto ou limiar de efeito colateral
O que este artigo não pode sustentar: Não sustenta benefício clínico do MER múltiplo, nem superioridade sobre imagem sem MER, porque é retrospectivo e não isola o efeito independente do MER
Alerta metodológico: Coorte retrospectiva mostra que, nesse centro, a trilha planejada por MRI foi mantida em minoria dos casos e que MER mais teste acordado frequentemente mudaram a escolha final