A reatividade do córtex cingulado anterior a estímulos sociais marca diferenças individuais nos efeitos da vitimização por pares sobre sintomas internalizantes na adolescência. · Artigo de referência
Título original: Anterior Cingulate Cortex Reactivity to Social Stimuli Marks Individual Differences to Peer Victimization on Internalizing Symptoms in Adolescence. Pode sustentar heterogeneidade na associação entre vit…
Entre estudantes pré-adolescentes em contexto escolar, quais associações são observadas entre exposição frequente ou repetida a vitimização, agressões sutis ou de baixa intensidade entre pares, como exclusão social, agressão verbal, provocação, humilhação ou agressão relacional, e desfechos psicossociais, educacionais e de saúde mental?
No subconjunto materializado com texto completo local, extração, crítica 07b e duplo-leitor, há sinais recorrentes, porém heterogêneos, de associação entre vitimização e agressões cotidianas entre pares na escola e pior saúde mental, bem-estar e dinâmica relacional/escolar. No cenário mais estrito, o que mais resiste são sinais longitudinais ou transacionais de sofrimento psicológico e funcionamento relacional. Autoagressão, ideação suicida e autolesão não suicida permanecem como alerta associativo sensível, não como conclusão central nem causal. Sono, desempenho, segurança escolar ampla e eixo digital aparecem como subeixos de menor robustez. Isso não demonstra causalidade nem permite estimar risco individual, e a publicação pública final segue bloqueada porque 252 registros triados para texto completo ainda não têm arquivo local validado
Força da evidência: baixa/provisória para comunicação pública ampla; moderada-baixa para leitura técnica associativa do subconjunto materializado
Estado público: briefing público provisório v0.8 bloqueado
Título original: Anterior Cingulate Cortex Reactivity to Social Stimuli Marks Individual Differences to Peer Victimization on Internalizing Symptoms in Adolescence.
O que este artigo pode sustentar: Pode sustentar heterogeneidade na associação entre vitimização e sintomas internalizantes por sexo e sensibilidade neural social
O que este artigo não pode sustentar: Não sustenta causalidade, biomarcador clínico pronto nem efeito protetor confirmado de alta reatividade do rACC em meninas
Alerta metodológico: Estudo central para vulnerabilidade diferencial, mas a moderação neural é sutil e não deve ser vendida como teste individual