Competências de enfrentamento e estresse percebido como vias para o bem-estar em adolescentes que vivenciam cibervitimização · Artigo de referência

Título original: Coping skills and perceived stress as pathways to well-being in adolescents experiencing cyber-victimization. Pode sustentar que mais cybervitimização, mais estresse percebido e menor bem-estar aparecem…

Entre estudantes pré-adolescentes em contexto escolar, quais associações são observadas entre exposição frequente ou repetida a vitimização, agressões sutis ou de baixa intensidade entre pares, como exclusão social, agressão verbal, provocação, humilhação ou agressão relacional, e desfechos psicossociais, educacionais e de saúde mental?

No subconjunto materializado com texto completo local, há sinais recorrentes, porém heterogêneos, de associação entre vitimização e agressões cotidianas entre pares na escola e pior saúde mental, bem-estar e dinâmica relacional/escolar. No cenário estrito, o que mais resiste são sinais emocionais e relacionais transacionais. Autoagressão, ideação suicida e autolesão não suicida permanecem como alerta associativo sensível, não como conclusão central nem causal. Sono, segurança escolar ampla, desempenho e eixo digital aparecem no corpus como subeixos de menor robustez, não como núcleo da resposta. Isso não demonstra causalidade nem permite estimar risco individual, e a publicação final segue bloqueada porque 259 registros triados para texto completo ainda não têm arquivo local validado.

Força da evidência: baixa/provisória para comunicação pública final; moderada-baixa para a leitura técnica associativa do subconjunto materializado

Título original: Coping skills and perceived stress as pathways to well-being in adolescents experiencing cyber-victimization

O que este artigo pode sustentar: Pode sustentar que mais cybervitimização, mais estresse percebido e menor bem-estar aparecem associados, com coping entrando como via estatística exploratória

O que este artigo não pode sustentar: Não sustenta sequência causal entre cybervitimização, coping e bem-estar, nem inferência direta para microviolências presenciais entre pré-adolescentes

Alerta metodológico: Útil no subeixo digital, mas a amostra 14-18 anos e a seleção de escolas com mais cyberbullying limitam muito a generalização