Vínculo paterno e bullying em crianças com deficiência · Artigo de referência

Título original: FATHER BONDING AND BULLYING IN CHILDREN WITH DISABILITIES / VÄTERLICHE BINDUNG UND BULLING IN KINDERN MIT BEHINDERUNGEN. Pode sustentar que, nessa amostra grega, maior father care apareceu associado a m…

Entre estudantes pré-adolescentes em contexto escolar, quais associações são observadas entre exposição frequente ou repetida a vitimização, agressões sutis ou de baixa intensidade entre pares, como exclusão social, agressão verbal, provocação, humilhação ou agressão relacional, e desfechos psicossociais, educacionais e de saúde mental?

No subconjunto materializado com texto completo local, há sinais recorrentes, porém heterogêneos, de associação entre vitimização e agressões cotidianas entre pares na escola e pior saúde mental, bem-estar e dinâmica relacional/escolar. No cenário estrito, o que mais resiste são sinais emocionais e relacionais transacionais. Autoagressão, ideação suicida e autolesão não suicida permanecem como alerta associativo sensível, não como conclusão central nem causal. Sono, segurança escolar ampla, desempenho e eixo digital aparecem no corpus como subeixos de menor robustez, não como núcleo da resposta. Isso não demonstra causalidade nem permite estimar risco individual, e a publicação final segue bloqueada porque 259 registros triados para texto completo ainda não têm arquivo local validado.

Força da evidência: baixa/provisória para comunicação pública final; moderada-baixa para a leitura técnica associativa do subconjunto materializado

Título original: FATHER BONDING AND BULLYING IN CHILDREN WITH DISABILITIES / VÄTERLICHE BINDUNG UND BULLING IN KINDERN MIT BEHINDERUNGEN

O que este artigo pode sustentar: Pode sustentar que, nessa amostra grega, maior father care apareceu associado a menos vitimização e que subgrupos com deficiência relataram exposição desigual ao bullying

O que este artigo não pode sustentar: Não sustenta proteção causal do vínculo paterno, nem danos psicossociais da vitimização, nem conclusão restrita a pré-adolescentes

Alerta metodológico: Útil para mapear vulnerabilidade em deficiência, mas a amostra 10-21 anos, os subgrupos pequenos e o desenho transversal reduzem muito o peso para a pergunta central