Práticas de bullying entre estudantes de 13 a 17 anos segundo a Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (2019) · Artigo de referência
Título original: Bullying practices by students aged 13 to 17 years according to the National Survey of School Health (2019). Pode sustentar que, no PeNSE 2019, praticar bullying apareceu associado a sexo masculino, men…
Entre estudantes pré-adolescentes em contexto escolar, quais associações são observadas entre exposição frequente ou repetida a vitimização, agressões sutis ou de baixa intensidade entre pares, como exclusão social, agressão verbal, provocação, humilhação ou agressão relacional, e desfechos psicossociais, educacionais e de saúde mental?
No subconjunto materializado com texto completo local, há sinais recorrentes, porém heterogêneos, de associação entre vitimização e agressões cotidianas entre pares na escola e pior saúde mental, bem-estar e dinâmica relacional/escolar. No cenário estrito, o que mais resiste são sinais emocionais e relacionais transacionais. Autoagressão, ideação suicida e autolesão não suicida permanecem como alerta associativo sensível, não como conclusão central nem causal. Sono, segurança escolar ampla, desempenho e eixo digital aparecem no corpus como subeixos de menor robustez, não como núcleo da resposta. Isso não demonstra causalidade nem permite estimar risco individual, e a publicação final segue bloqueada porque 259 registros triados para texto completo ainda não têm arquivo local validado.
Força da evidência: baixa/provisória para comunicação pública final; moderada-baixa para a leitura técnica associativa do subconjunto materializado
Título original: Bullying practices by students aged 13 to 17 years according to the National Survey of School Health (2019)
O que este artigo pode sustentar: Pode sustentar que, no PeNSE 2019, praticar bullying apareceu associado a sexo masculino, menor idade, sofrimento psíquico, agressão familiar e comportamentos de risco
O que este artigo não pode sustentar: Não sustenta consequências da vitimização sofrida, nem causalidade, nem conclusão específica sobre microviolências diárias em pré-adolescentes
Alerta metodológico: Grande retrato brasileiro de perpetração, mas o eixo é quem agride, não o dano em quem sofre