Terapia emoção-a-emoção baseada em realidade virtual para o transtorno de estresse pós-traumático: Protocolo de um ensaio controlado randomizado de eficácia, segurança e custo-efetividade. · Registro contextual não validado
Título original: Virtual reality-based emotion-to-emotion therapy for post-traumatic stress disorder: Protocol for a randomized controlled trial of efficacy, safety, and cost-effectiveness. A existência de um ensaio reg…
Mapear a literatura científica sobre psicoterapias ou tratamentos psicológicos estruturados, com envolvimento significativo de terapeuta, voltados a sofrimento psicológico, sintomas ou diagnósticos de saúde mental em humanos, descrevendo modalidades, populações, contextos, comparadores, desenhos, desfechos, riscos de viés e lacunas; e sintetizar narrativamente efeitos, limites e incertezas apenas nos clusters comparáveis por população, modalidade, comparador e desfecho.
A resposta honesta é que a ciência disponível ainda não permite dizer, de forma direta e geral, que "a psicoterapia funciona". O que ela oferece hoje são indícios: estudos específicos que sugerem melhora, boa aceitação, mudança percebida pelos pacientes ou, em alguns casos, resultados nulos informativos, sempre dentro de um problema, um público e um tipo de tratamento bem delimitados. Esses indícios apontam numa direção razoável — vários grupos de pacientes parecem se beneficiar de psicoterapias estruturadas e conduzidas por um profissional. Mas o peso da evidência é baixo. Nenhum conjunto de estudos reunido aqui é forte o bastante para transformar esses sinais em uma afirmação definitiva sobre a eficácia da psicoterapia como um todo. Esta é uma revisão viva e provisória: ela reflete o que já foi analisado em profundidade, não a última palavra da ciência
Força da evidência: indícios para achados por cluster; confiança baixa dentro de cada cluster e muito baixa para qualquer conclusão geral sobre a eficácia da psicoterapia
Estado público: briefing público provisório v0.8 forca indicios publicação forte bloqueada
Limitações e transparência metodológica: A publicação final forte continua bloqueada, e por bons motivos. Há muitos textos completos ainda não recuperados e muitas decisões de triagem em aberto; a ausência desses estudos aqui não pode ser lida como ausência de evidência. A cobertura de busca ainda é recente e parcial, e bases especializadas importantes não foram plenamente acessadas. Todos os estudos clínicos diretos analisados têm alto risco metodológico, e o efeito da psicoterapia em tratamentos combinados não pode ser isolado. Por isso esta página é um retrato provisório e cauteloso, não um veredito. As contagens exatas, as pendências e os próximos passos estão registrados na página de status
Título editorial em português: Terapia emoção-a-emoção baseada em realidade virtual para o transtorno de estresse pós-traumático: Protocolo de um ensaio controlado randomizado de eficácia, segurança e custo-efetividade.
Título original: Virtual reality-based emotion-to-emotion therapy for post-traumatic stress disorder: Protocol for a randomized controlled trial of efficacy, safety, and cost-effectiveness.
O que este artigo pode sustentar: A existência de um ensaio registrado antes do recrutamento (KCT0007845, 18/10/2022) com 72 adultos previstos, três braços 1:1:1, terapeuta presente em todas as sessões (inclusive na versão com RV), desfecho primário definido (PCL-5-K na semana 8, ANCOVA) e plano de análise explícito, útil para conferir depois se o rel…
O que este artigo não pode sustentar: Eficácia, segurança ou custo-efetividade da ETE ou da VR-ETE, pois não há dados de participantes, eventos adversos nem custos; superioridade da RV sobre a ETE padrão (comparação exploratória e sem poder estatístico); efeito específico da técnica frente a atenção do terapeuta e expectativa (a lista de espera não os con…
Alerta metodológico: Protocolo de ensaio em andamento, sem resultados: mostra o que está sendo testado e como, não se a terapia funciona. O recrutamento seguia aberto na publicação (análises finais previstas para abril de 2027). Os próprios autores reconhecem que a lista de espera pode produzir estimativas maiores e que o autorrelato sem…